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Entidades do Sistema de Justiça discutem iniciativas por melhoria das condições de revisão salarial

As entidades da União dos Trabalhadores do Sistema de Justiça (SIMPE-RS, SINDPERS, SINDJUS/RS, ABOJERIS e ASJ) se reuniram, na tarde da segunda-feira (18), para discutir os próximos passos da campanha pela melhoria do índice de reposição salarial.

Na reunião de ontem, foram discutidas iniciativas que visam garantir um reajuste anual para os servidores do Sistema de Justiça, evitando que se repita a situação atual, em que as categorias estão há quase oito anos sem aumento. O tema será objeto de discussão com os deputados nesta semana.

As entidades ainda discutiram a construção de uma agenda com o governador do estado, Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), para tratar da reposição salarial. O chefe do Executivo já recebeu os servidores da Segurança Pública e deve se reunir com as entidades da administração direta na quarta-feira (20). A expectativa é de que se consiga uma agenda para os próximos dias.

Além da agenda legislativa e com o governo, no dia 26 de abril, a União dos Trabalhadores do Sistema de Justiça se junta às demais categorias da Frente dos Servidores em uma manifestação por salário digno e em defesa do IPE Saúde, que vem passando por um processo de desmonte que já afeta o atendimento de milhares de servidores e familiares que dependem da instituição. A concentração será às 9 horas, em frente à sede do IPE, na avenida Borges de Medeiros, 1945, em Porto Alegre.


Participaram da reunião de hoje, pelo SIMPE-RS, o presidente da entidade, Jodar Pedroso Prates, e o diretor institucional, Alberto Ledur; pelo SINDPERS, o coordenador-geral, Thomas Vieira; pela Abojeris, o presidente, Sirlan da Rosa Cruz; pelo SINDJUS/RS, o coordenador Emanuel Dall’Bello; e pela ASJ, o presidente, Paulo Olýmpio, e o tesoureiro-geral, Paulo Chiamenti.


Nesta terça-feira (19), as entidades estiveram na Assembleia Legislativa para dialogar com os parlamentares sobre a proposição de um índice de reposição de 10,06%, que representa a inflação de 2021 e que vem sendo defendido pelo coletivo. O setor considera a proposta de 6% um calote diante dos mais de 50% de perdas acumuladas.

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