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Saiu na Mídia: Greve é destaque na coluna Rosane de Oliveira

A greve dos servidores e servidoras da Defensoria Pública, que inicia na próxima segunda-feira (07), foi destaque na coluna da jornalista Rosane de Oliveira em GZH nesta terça-feira (01).


Confira a íntegra da coluna:


Por mudança no plano de carreira, servidores da Defensoria Pública entram em greve na próxima semana

Sindicato promete manter número mínimo de funcionários em atividade para atender casos urgentes


Servidores da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul decidiram entrar em greve a partir da próxima segunda-feira (7) para pressionar pela aprovação de um plano de carreira para a categoria. A paralisação, por tempo indeterminado, foi decidida em assembleia geral realizada na manhã do último sábado (29).


Os servidores querem que a Defensoria negocie com a Assembleia Legislativa a aprovação do projeto de lei 146/2021, que altera o plano de carreira da categoria. Em linhas gerais, a proposta modifica o regime de promoções e progressões dos servidores.


Além disso, os funcionários pleiteiam a implementação do auxílio-saúde, pago atualmente apenas aos defensores públicos. Outra demanda apresentada é a equiparação do auxílio-refeição ao valor pago aos defensores. Hoje, o benefício os servidores é pouco mais da metade do que recebem os defensores.


O coordenador-geral do Sindicato dos Servidores e Servidoras da Defensoria Pública do RS (Sindpers), Thomas Vieira, diz que a greve foi convocada depois de se esgotarem os recursos para que o novo plano de carreira seja votado pelos deputados.


— São anos e anos em que os nossos interesses são sempre deixados de lado e a situação do PL 146/2021 foi o ápice do descaso da instituição com seus servidores — diz o dirigente.


O sindicato reclama que não haveria movimentação do comando da Defensoria junto às bancadas pela aprovação do projeto:


— Ouvimos de diferentes bancadas que nunca foram procuradas pela administração para pedir a aprovação do nosso plano de carreira.


Apesar da greve, o sindicato afirma que um contingente mínimo de servidores será mantido para garantir o atendimento dos casos urgentes, como os que envolvem medicamentos, cirurgias e internações em que há risco para o paciente, corte de luz ou água, busca e apreensão de crianças e adolescentes em situação de risco por fato recente e pedidos de liberdade provisória.